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Futuro da Reciclagem Química na Europa: Direções de Desenvolvimento até 2030
Até 2030, a reciclagem química tornar-se-á um pilar fundamental da economia circular europeia. A importância da pirólise, da liquefação hidrotermal (HTL) e da despolimerização de PET/PA irá aumentar. O mercado exigirá qualidade padronizada do óleo de pirólise e integração total com refinarias. As obrigações regulamentares irão expandir-se, abrangendo balanço de massas, auditorias de materiais e níveis mínimos de conteúdo reciclado. As empresas que se prepararem antecipadamente obterão uma vantagem competitiva clara.
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Como avaliar o feedstock para a reciclagem química?
O sucesso ou fracasso da reciclagem química depende da qualidade da matéria-prima, e não apenas da tecnologia. A estabilidade do processo, a qualidade do produto e a rentabilidade dependem da composição do fluxo de resíduos que entra no sistema.
Muitas empresas assumem incorretamente que qualquer fluxo de resíduos é adequado, mas a composição, a contaminação e a variabilidade podem alterar radicalmente os resultados.
A avaliação da matéria-prima é o primeiro passo estratégico e a base de qualquer projeto viável de reciclagem química. -
Porque é que um separador de cores funciona exatamente da forma como o configura?
Porque é que um separador de cores na reciclagem de plásticos por vezes rejeita material em bom estado ou apresenta um funcionamento inconsistente? Em muitos casos, o problema não reside na própria máquina, mas sim na configuração e nas condições de funcionamento. Este artigo explica como funciona realmente a triagem de plásticos, de que forma a estabilidade do ar comprimido influencia a separação e quais os fatores que determinam um desempenho consistente e a otimização da produção nos sistemas de reciclagem de plásticos.