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Defeitos no Processamento de Plásticos – Procuro Casos Reais da Produção
Defeitos reais de produção no processamento de plásticos podem revelar-nos muito mais do que apenas o aspeto visual. Procuro fotografias de defeitos em tubos, perfis, chapas, filmes e outros produtos plásticos extrudidos. Em troca, fornecerei um breve comentário técnico: possíveis causas, áreas a verificar em primeiro lugar e orientações para análise adicional. Os casos mais interessantes poderão inspirar exemplos neutros no meu próximo livro “Extrusão de Plásticos. Tubos • Perfis • Chapas • Filmes”. As fotografias enviadas não serão publicadas e não serão divulgados nomes de empresas, locais de produção, clientes ou dados de produção.
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Onde o Dinheiro Realmente se Perde na Produção de Tubos
Na produção de tubos, as perdas raramente começam com uma falha grave isolada. Mais frequentemente, têm início em fases anteriores: durante o arranque, a mudança de formato, a alteração de matérias-primas, a calibração instável, as paragens recorrentes ou decisões tomadas sem uma norma técnica comum. Este artigo mostra onde realmente se perdem recursos na produção de tubos de PE e PP, porque é que os relatórios muitas vezes identificam o problema demasiado tarde e como operadores, tecnólogos, equipas de manutenção, responsáveis pela segurança e gestores podem reduzir perdas ocultas através da construção de um entendimento comum do processo.
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Mesmo polímero, matéria-prima diferente, processo diferente
Escolher uma família de polímeros é apenas o primeiro passo. No processamento real de plásticos, a questão decisiva é qual matéria-prima específica se adequa ao produto, ferramenta, máquina, requisitos de produtividade e de qualidade. PP, PE, ABS, PA, PC, POM, PET, PBT, PVC, PMMA, PPS ou PEEK podem comportar-se de forma muito diferente consoante o escoamento, retração, cargas, estabilização e condições de processamento. Este artigo explica porque a substituição de materiais deve ser sempre verificada em função do processo real, e não apenas com base numa ficha técnica, pois o menor preço por quilograma pode, ainda assim, gerar custos de produção mais elevados a longo prazo.